Autor: Vivi Leone

Posts publicados pelo autor.

17ago 16

Esquadrão Suicida: Chute na cara

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O filme do Esquadrão Suicida foi lançado e junto dele a Panini lançou um encadernado que está bonito de ver.

A equipe do encadernado é um pouco diferente da que vemos no filme, no quadrinho ele é composto por Pistoleiro, Arlequina, El Diablo, Voltaico, Aranha Negra e Tubarão-Rei, os primeiros convocados para a força-tarefa comandada pela obstinada e nem tanto ética, Amanda Waller.

Segundo informações da editora, a continuação está prevista para outubro, podendo sair em setembro.

Bartolomeu approved it! Bartolomeu approved it!

Confira abaixo, o vídeo publicado na página oficial Panini Comics sobre esse encadernado.

E se você ficou curioso para ler mais títulos ligados ao Esquadrão e seus personagens, é só dar uma olhadinha aqui: http://bit.ly/ScdSquad

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11ago 16

Como Bartolomeu mudou a minha vida

DSCN3534 Batolomeu (Bartô para os íntimos)

Esse aí da foto é o Bartô, um dog muito gente boa da raça maltês com lhasa apso. Tem apenas 5 meses de vida e está comigo faz três semanas.

Sempre fui uma entusiasta de programas como Doutor Pet, Encantador de Cães, Pitty Bulls e Condenados, mesmo sem ter um cachorro. Meu último animal de estimação foi um gato que só ficou comigo um mês, meu último “catioro” foi quando eu tinha 13 anos. Na época eu dizia para os meus pais que precisava de um amigo, tudo na intenção de ludibriá-los a deixar que eu tivesse um. Fiz mil promessas, entre elas, a de que cuidaria dele.

Resumindo: o Bob (nome do meu rottweiler mestiço de labrador), ficou comigo apenas por um ano, antes dos meus pais decidirem mandá-lo pra um sítio onde ele cresceu feliz e saudável. Foi melhor pra ele, melhor para os meus pais, mas definitivamente não foi o melhor pra mim que cresci sem entender a responsabilidade de cuidar de um ser que depende só de você.

Hoje com 25 anos, não sou mais a pré adolescente irresponsável que eu era. Não tinha pretensão de adotar nenhum animal de estimação até conseguir uma vida financeiramente estável. Mas a oportunidade de adotar o Bartô, caiu como uma luva, e foi difícil ignorar os sinais.

Dias antes conversava com meu namorado  sobre ter um filhote, ele claro, sempre apoiou a ideia, mas era algo financeiramente inviável. Como moramos em apartamento não poderia ser um vira-lata que corresse o risco de ficar muito grande, precisava ser uma raça específica de porte pequeno.

Estava na loja onde meu boy trabalha e durante uma conversa despretensiosa, o chefe dele disse que estava doando um filhote, parecia perfeito. No dia seguinte Bartô já estava em casa, assustado e choroso (foi separado dos pais). Quando peguei ele no colo entendi o significado da palavra amor incondicional, me fez perceber que tenho um extinto materno muito mais forte em mim do que imaginava, com todos os exageros, preocupações e manias (que só uma mãe tem).

É mágico a capacidade que um bichinho tem de tornar qualquer ser humano uma pessoa melhor. Meu namorado que sempre foi preguiçoso no quesito arrumar a casa, hoje, é bem mais prestativo e carinhoso. O “efeito bartô” faz isso mesmo com as pessoas.

Ter um filhote exige conhecimento, estudo, sim estudo. Não é qualquer alimento que seu pet pode comer, ele precisa ter uma variedade grande de brinquedos para não se entediar. Precisa aprender os limites do que pode ou não pode, e tudo isso exige muita paciência e claro, uma dose extra de amor.

Esse não é um texto sobre dicas, não é um texto sobre como você deve criar seu bichinho. É apenas um conselho pra você que não tem nenhum animal de estimação: é terapêutico, intenso e vai te mudar como pessoa.

Hoje, me vejo lendo rótulos de alimentos pro meu “filho”, penso nele da hora que eu acordo até a hora que vou dormir e se estou na rua fico preocupada. “Ah Vivi, mas isso é exagero”, talvez seja mesmo, ou talvez eu ainda não saiba lidar com esse amor que cresce dentro de mim cada vez que ele faz festa quando chego do trabalho ou acordo.

O PhD Allen McConnell descobriu em uma pesquisa que os donos de animais de estimação são mais saudáveis do que as pessoas que não tem animais, principalmente os donos que passam muitos e bons momentos com seus cães, gatos ou qualquer outro bicho.

Se os cientistas afirmam, quem sou eu pra desmentir não é? :p

A photo posted by Bartolomeu (@landsofbarto) on Jul 25, 2016 at 4:23am PDT

A photo posted by Bartolomeu (@landsofbarto) on Jul 21, 2016 at 1:22pm PDT

Na segunda semana com Bartô conheci um sentimento chamado desespero. Ele ficou doente, com diarreia e vomitando a cada segundo. Meu namorado e eu corremos com ele para o veterinário, lá a médica disse que poderia ser algo grave ou não, receitou medicamentos e me instruiu a interná-lo caso ele continuasse vomitando.

No dia seguinte veio o alivio, ele parecia melhor, os sintomas haviam cessado mas o sentimento de preocupação permanecia. A noite em que isso aconteceu foi desesperadora, infernal.

A pior sensação é saber que talvez a culpa seja minha. Apesar de ler em todos os lugares que não se deve sair com o filhote antes das vacinas, por ingenuidade pensei que uma voltinha na calçada não faria mal, mas fez. Então fica o aprendizado: nunca saia com seu dog antes de todas as vacinas.

Aproveitando quero indicar o Hospital Público Veterinário, que fica na Parada Inglesa. A indicação foi da veterinária que atendeu o Bartô. Sabemos que internação de pet não é algo barato, mas nesse hospital eles atendem e fazem exames gratuitamente. Fui lá no dia seguinte mas infelizmente o horário para exames é das 6hs às 10hs. Rola uma filazinha meio grande, já que é de graça muita gente vai lá, mas é impressionante o carinho e cuidado que os profissionais do local tem.

Então se a grana está curta, e seu bichinho precisa de atendimento essa é uma ótima opção. Abaixo o endereço.

Endereço: Av. Gen. Ataliba Leonel, 3194 – Parada Inglesa, São Paulo – SP, 02033-010
Telefone: (11) 2478-5305
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09ago 16

Vamos ajudar as mina

mae solo

Já falei em outro post sobre o projeto Mãe Solo, se não conhece leia AQUI. A Thais Leão, criadora do projeto vem discutindo a vida de uma mãe solteira de maneira honesta, realista e claro, bem humorada mostrando todos os perrengues do dia a dia.

A Mãe Solo é uma página que virou projeto e que agora completa dois anos de tretas e noites mal dormidas.

Desde o início dela minha experiência como mulher e mãe vem sendo amplificada por todas as + de 41 mil pessoas (95% mulheres) que se achegaram buscando, como eu própria busco, um alento, um respiro ou pelo menos bom humor pra não cair no desespero a noite.

Sei que a vida é dura pra muita gente, boto fé, mas ser mãe é gestar e botar o coração pro avesso e se ver desesperadamente solitária, as vezes até mesmo estando junta de alguém… E olha que dar condição pr’uma criança crescer é sei lá… meio que essencial pra continuação da humanidade não?

A real é que é trabalho duro pra todo dia, e todo dia é bom não esquecer:

Não sou mãe, mas já desconstruí várias ideias erradas através de conversas com a Thaís, e sabe um dia tudo isso vai ser minha realidade também.

Podemos fazer parte disso agora, mesmo você que não é mãe ainda pode ajudar a desconstruir mentes e fazer do mundo um lugar melhor para seus futuros filhos.

Agora vamos ao que interessa: COMO POSSO AJUDAR?

Por isso abro aqui o convite para você apoiar a multiplicação do conteúdo da Mãe Solo, o plano de arrecadação vai funcionar assim:

1ª META: R$ 26 mil (MÍNIMO! SE NÃO ALCANÇARMOS NADA ROLA!)

Com esse dinheiro vamos imprimir 2 mil exemplares do livro #Choralombar com a compilação de todo conteúdo desses dois anos e também vamos financiar o Portal da Mãe Solo para ganharmos asas para muito além do que nos permite o Facebook.

2ª META: R$ 40 MIL (IMAGINA QUE LINDO)

Meta 1 + Comprar equipamento para produção de conteúdo e ainda fazer uma tiragem especial de mais 1000 exemplares do #Choralombar que serão doados em maternidades, casas de parto e em ONGs <3

3ª META: R$ 60 MIL (VÉISHE)

Meta 1 + Meta 2 + 6 meses de conteúdo patrocinado por quem mais entende das treta da vida materna, você <3 (E vamo tá tendo Mãe Solo em vídeo, PEI!)

4ª META: R$ 80 MIL (VÉISHE²)

Meta 1 + Meta 2 + Meta 3 + outros 6 meses de conteúdo patrocinado o que nos dá no total mais 1 ano de Mãe Solo patrocinado por você que SABE QUALÉ QUI É DO ROLÊ! Uhulll! <3 (E vamo tá tendo Mãe Solo em vídeo, PEI!)

5ª META: 1 WOW

Se rolar mais grana não tem problema, não vou gastar tudo em uma piscina de bala de goma, por mais que a ideia seja tentadora.
Mas me disponho a organizar com esse dinheiro encontros p/ aproximação e aprendizado com as mães das cidades c/ mais curtidas da Mãe Solo! (Sampa como é minha cidade já tá por minha conta! Na sequência viriam:  RJ, DF, Curitiba, BH, Porto Alegre, Fortaleza e outras).

Legal né? Entra AQUI e vamos colaborar! Você que não pode, compartilha com seus amigos, vamos espalhar essa ideia.

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28jun 16

O que é relacionamento abusivo pra você?

relacionamentos

O que deveríamos considerar um relacionamento abusivo? Uma briga, ofensa? O que realmente entra no pacote?

Li vários relatos de pessoas conhecidas no Facebook, mas a verdade é que nunca me questionei sobre o que era ou não aceitável pra mim dentro dos relacionamentos que tive. Claro que, em alguns momentos o limite era óbvio, mas e quando o comportamento abusivo está camuflado, como fazemos pra diferenciar uma fase ruim do nosso parceiro, com desrespeito contínuo e abuso psicológico?

Fazendo uma busca rápida no Google sobre o assunto, abri o primeiro link que encontrei e cai em um texto do WikiHow. Nele, a lista de comportamentos errados era imensa. Reconheci em alguns tópicos comportamentos que o meu ex marido tinha enquanto eramos casados. Em outros pontos vi um reflexo de mim mesma, de como fui abusiva em determinadas situações e me identifiquei com sentimentos que carrego até hoje.

Comecei a me questionar se o problema era eu, minhas escolhas erradas para parceiros. Talvez eu seja passiva demais e permita que me tratem com a falta de respeito que meu pai sempre ensinou que eu merecia.

Ele dizia para eu escolher quem me tratasse como princesa e a verdade é que, mesmo hoje, nunca me senti como uma.

Nós mulheres somos condicionadas a achar que o problema é sempre nosso e comigo não era diferente. Em partes por idealizar um companheiro capaz de ver em mim alguém por quem vale a pena dar o melhor. Me ensinaram que não se pode ter tudo e que o homem perfeito não existe.

Como se eu idealizasse alguém irreal, mas a verdade é, nunca fui muito ambiciosa. Quando estava na quinta série escrevi uma carta pra Deus, na época eu frequentava uma igreja evangélica. Na carta só qualidades de caráter e personalidade, como que a pessoa me amasse, me tratasse como princesa, fosse trabalhador mas acima de tudo me respeitasse. Mesmo na época a aparência do meu “príncipe encantado” nunca me importou.

Os desejos de criança seguem comigo até hoje e analisando com frieza nunca encontrei quem cumprisse todos os requisitos. Não estou dizendo que sou perfeita mas posso contar nos dedos a única vez que em um rompante de raiva xinguei um namorado em alto e bom som.

Quem nunca quis esganar o outro durante uma briga que atire a primeira pedra, sou humana e não estou livre desses desejos, mas sempre tive o cuidado de não ultrapassar alguns limites, pois sei que faltar com respeito é um ciclo vicioso. Se acontece uma vez e você age com naturalidade, a chance de acontecer de novo é bem grande.

Mas se eu tenho esse cuidado, porque a pessoa que escolhi para estar ao meu lado também não pode ter? As vezes o outro é tão grosseiro que acabamos imitando o mal comportamento e agredindo igualmente. Porque todo mal comportamento parece justificável, mesmo os que não são, mesmo os nossos.

A pessoa que diz te amar não deveria ter a capacidade de te agredir física ou emocionalmente. Me ocorreu que nem todo abuso são marcas deixadas na face, algumas vezes são marcas que ficam entranhadas na alma.

Relacionamentos não deveriam ser difíceis, não deveria ser uma luta diária e você não deveria sentir-se como alguém que o outro “suporta”.  Tem algo que venho amadurecendo e dizendo pra mim mesma faz um tempo, se a pessoa que está ao seu lado quer ir embora, então ela está te fazendo um favor. 

O que você seria capaz de fazer por quem ama? Responda para si mesma essa pergunta com sinceridade. Seria capaz de melhorar as coisas que incomodam o outro? Que tipos de sacrifícios faria?

Agora questione-se: quem está ao seu lado seria capaz de fazer o mesmo por você? Talvez, só talvez essa resposta seja o que precisa.

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14abr 16

Aplicativo anti assédio Sai Pra Lá

sai pra la

Nunca nos últimos anos se ouviu falar tanto em sororidade. Mulheres tem se unido em diversos lugares, de diferentes formas para combater preconceito, violência, machismo e tudo que é derivado.

Vejo no Facebook grupos de cultura pop voltados para o público feminino como Minas Nerds, grupos de couchsurfing como o Couchsurfing das mina e por aí vai. Esses são apenas dois exemplos do qual participo, mas as opções não param por aí.

Catharina Doria tinha 17 anos quando cansou das grosserias disfarçadas de elogio na rua e começou a desenvolver o Sai Pra Lá, um aplicativo que permite mapear caso de assédio sofridos nas ruas. Com ele é possível anotar o tipo de assédio, local, hora e onde ocorreu se a vítima preferir de maneira anônima.

O assédio em sua vida, começou cedo aos 9 anos de idade enquanto andava com sua madrinha na rua e teve que ouvir gracinhas de um cara bem mais velho. Hoje com 18 anos se dedica a ajudar mulheres que também vivenciaram algo parecido.

Conversei com ela pra entender um pouco mais sobre o projeto e suas motivações para iniciá-lo. Confira a entrevista, abaixo.

Viviane Leone: Você sempre teve vontade de criar um aplicativo ou a ideia veio depois?

Catharina Doria: Nunca tinha pensado nisso!

Viviane Leone: Pretende fazer algum curso de graduação superior na área de comunicação ou tecnologia?

Catharina Doria: Quem sabe! Realmente estou bem perdida quanto ao meu futuro!

Viviane Leone: Como surgiu a ideia de criar esse aplicativo?

Catharina Doria: Eu estava andando na rua quando um senhor, ele devia ter uns 50 anos, me chamou de gostosa e disse que ia me “levar pra casa”. Fiquei com medo de responder, já que sempre li histórias de mulheres que apanharam depois. Tive a ideia e chamei dois amigos: o Thiago, que é desenvolvedor, e a Mari, que é designer. Disse que não tinha dinheiro, mas tinha uma ideia. Eles me apoiaram e aqui estamos.

Viviane Leone: O que você espera com ele?

Catharina Doria: No primeiro momento quero chocar a população. Vamos lá: em uma semana de existência, o app já tem 7 mil assédios registrados. Quando tivermos números mais “alarmantes” para mostrar para o Estado (milhões), queremos entrar com cobranças de medidas preventivas – palestras, cartazes, projetos, sei lá.

Viviane Leone: Quantas pessoas em média já se registraram no aplicativo?

Catharina Doria: Mais de 35 mil.

Viviane Leone: Como seus pais e amigos reagiram quando você contou a ideia de criar esse app?

Catharina Doria: Minha família me apoiou desde o início. Meus amigos só ficaram sabendo depois que lancei. Mantive isso um segredo.

Viviane Leone: Quais os planos para o aplicativo no futuro?

Catharina Doria: Tenho incontáveis planos, como adicionar linhas de trem/metro, traduzir pro espanhol e inglês, adaptar pra Windows Phone (que está sendo cobrada por muitas pessoas) – mas tudo isso só conseguirá se concretizar quando tivermos verba. Quem sabe?

Dados 22 de novembro de 2015 Dados 22 de novembro de 2015 Reprodução Facebook Reprodução Facebook

Depoimento

O projeto ficou tão grande que agora a Catharina tem um canal no Youtube onde fala sobre empoderamento feminino.

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01abr 16

Como a internet nos deixou mentalmente preguiçosos

cerébro

Estava eu ​​na internet quando me deparei com uma publicação sobre o Quintandinha Bar, li o texto e cai no “desabafo” da jovem queixosa e acabei compartilhando em um impulso emocional.

Conversando com um amigo percebi que não me dei ao trabalho de checar se a história era verdadeira, tomei o que a moça disse como verdade absoluta e fui mais uma das milhares a se posicionar a favor dela sem ao menos tentar entender mais profundamente o que havia acontecido.

Não estou aqui para debater o mérito da questão. Me incomoda o fato de que eu formada em jornalismo, heavy user de internet e trabalhando no meio publicitário simplesmente não tive o crivo de checar os dois lados da moeda.

E me incomoda mais ainda o fato de que esse não é um problema somente meu.

Certa vez li uma chamada que dizia “Pesquisar no Google faz as pessoas se sentirem mais inteligentes”, mas isso não comprova que a pessoa tenha conhecimento de fato sobre o assunto.

O “Google Effect” (Ou Efeito Google) esta cada vez mais comum, pesquisas inclusive já mostram que o acesso ilimitado à informação faz com que nossos cérebros retenham cada vez menos dados. Ficamos preguiçosos. Em algum lugar dentro da nossa cabeça está o pensamento “eu não preciso memorizar isso, é só pesquisar no Google quando eu precisar”.

As redes sociais se transformaram em uma espécie de vaso sanitário onde as pessoas vomitam suas opiniões muitas vezes sem refletir sobre o assunto.

O que percebo é uma tendência das pessoas juntarem várias informações compatíveis com seus pensamentos, dessa forma elas acabam reproduzindo conteúdos e ideias sem análise alguma sobre o motivo pelo qual concordam ou não com eles.

Acho, inclusive, que esse é um dos motivos de tanta desavença nas redes sociais, o receptor não entende a motivação do outro em torno do conteúdo que está sendo replicado.

Por isso quero deixar a seguinte reflexão: O que você compartilha nas suas redes sociais traduz bem sua linha de pensamento?

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18mar 16

Os melhores sucos para saúde

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Estava eu pesquisando sucos saudáveis pra fazer quando me deparei com uma matéria do Globo Esporte, com um infográfico que mostrava os melhores sucos pra cada tipo de coisa, e resolvi postar aqui pra você ficar por dentro. É um mais delícia do que o outro.

O certo é que cada pessoa ingerisse pelo menos cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes.  Mas por causa da correria nem sempre isso é possível, eu mesma acho que só como 1 fruta por dia, então acaba que fazer um suco é bem mais prático e até evita que as frutas ou legumes fiquem apodrecendo na geladeira.

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15mar 16

É “tendência” #SQN

unhas decoradas

Confesso que não sou a pessoa mais antenada quando o assunto é tendência, mas tento me manter por dentro mesmo quando é algo que sei que não funcionaria pra mim. Mas tem uma coisa em particular que sempre consegue me assustar que são as unhas decoradas.

Veja bem, tenho unhas curtas e sempre opto por um esmalte básico sem muito “fru fru”, mas já me dei ao luxo de fazer uma decoração mais bonitinha.

O que você vai ver a seguir é na verdade pessoas colando coisas na unha e chamando isso de tendência. E o que era pra ser inspirador  e interessante acaba se tornando estranho.

A última e que me chamou bastante atenção são as unhas pom pom. Por quê elas nasceram? Não sabemos, mas que é bizarro, é.

 

Mas se você pensa que para por aí, abaixo você verá outras bizarrices dignas de um manual do que não fazer.

aneis Você pode usar os anéis nos dedos. Não precisa colocá-los nas unhas neah! cigarros Isso leva o vicio em nicotina pra outro nível. cheeseburgers Você sabe que a pessoa tem mente de gorda quando vê uma coisa dessa. goma Isso é sério produção? Enfeites de natal Só consigo pensar em usar isso como arma.
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10mar 16

Receita: Panqueca de Nutella com morangos

panqueca de nutella com morango

Eu amo panqueca de tudo quanto é jeito, mas tem um recheio em especial que faz minhas lombrigas morrerem de amor, Nutella. Então pra que vocês possam sentir um pouco do que sinto quando como essa delícia, aqui vai uma receitinha super fácil de fazer.

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 1/2 colheres (de sopa) de açúcar
  • 1 1/2 colheres (de chá) de fermento em pó
  • 1/4 colher (de chá) de sal
  • 1 ovo grande
  • 1 xícara de leite
  • 1/4 xícara de Nutella
  • 2 colheres (de sopa) de manteiga derretida
  • 1/4 colher (de chá) de essência de baunilha
Cobertura:
  • 1 1/2 xícara de morangos picados
  • 1 colher (de sopa) de açúcar
  • 2 colheres (de sopa) de Nutella

Modo de preparo:

Misture a farinha, o açúcar, o fermento e o sal em uma tigela média. Misture o ovo, o leite, Nutella, manteiga, e o extrato de baunilha em outro recipiente. Junte as duas misturas sem bater muito, até ficar homogêneo. Despeje 3 colheres (de sopa) de massa em uma frigideira antiaderente untada em fogo médio. Virar as panquecas quando as bolhas começam a aparecer no topo, após cerca de 3 minutos. Cozinhar o outro lado até dourar (Rende 7 porções).

Cobertura:

Coloque os morangos picados, o açúcar e Nutella em uma pequena panela e cozinhe em fogo médio até que o açúcar dissolva e a Nutella derreta.

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05mar 16

Deadpool: Meus Queridos Presidentes

Deadpool meus queridos presidentes

Quem assistiu o filme do Deadpool mas não conhece o mercenário tagarela não pode perder esse encadernado que reúne histórias das seis primeiras edições da mensal da Nova Marvel, com um humor ainda mais escrachado.

Wade constantemente referencia a cultura pop ao quebrar a quarta parede. Isso acontece inclusive “ao vivo”, com o personagem trazendo momentos divertidos durante o desenrolar da história (pra quem não sabe ele é o único personagem da Marvel que sabe que é de fato só um desenho e constantemente “conversa” com o leitor fazendo com que os demais fiquem sem entender nada).

Deadpool no quadrinho

Apesar de acompanhar as mensais do Deadpool, confesso que o fato dele brincar o tempo todo no encadernado me incomodou. Nas mensais o humor está presente mas de forma mais contida servindo de contraponto com os outros heróis mais carrancudos e sérios.

Nesse quadrinho tudo é mais exagerado e desenfreado e a leitura acaba ficando um pouco cansativa pelo fato de todos os personagens serem tão falantes quando o mercenário. O ponto positivo é que você não precisa ser um manjador(a) das histórias dele pra entender o contexto inteiro.

Alguns fatos que vão te ajudar a entender a personalidade do vermelhinho: O “herói” tem um medo irracional de vacas e é fraco contra o raio anti-regenerador e gatinhos. Isso mesmo que você leu: Deadpool pode ser derrotado por gatinhos.

Ele também é romanticamente sensível, ele já foi casado vááááááááááá (pera que tem mais) ááááárias vezes (foram muitas mesmo, tem até uma edição especial só dos casamentos dele). Dentre suas conquistas estão a Morte (sim você leu certo), a filha de Satã, Satana e uma alienígena chamada Orksa.

Mas voltando ao que interessa, nesse capa dura ele enfrenta ex-presidentes mortos que vão de George Washington a Gerald Ford e como ninguém quer sujar as mãos nada melhor do que um “herói” que não se importa.

Deadpool nova marvel

Formato 17 x 26 cm, 136 páginas, capa dura, R$ 26,90

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