Autor: Viviane Lima
Posts publicados pelo autor.
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Bem meninas, ele não é apenas baterista de uma das bandas mais amadas do cenário de hardcore. Ele é autor do livro “Qual é a dele?” Que reúne alguns textos que o rockstar escreveu para sua coluna em uma publicação para adolescentes. Eu claro, também fiquei curiosa pra saber um pouco mais desse divo então preparei uma entrevista super bacana pra vocês.
Viviane Lima: Você lançou um livro chamado “Qual é a dele?”. O que te inspirou a escrever esse livro?
Ricardo di Roberto: Posso dizer que fui estimulado a escrevê-lo. Porque a convite da editora da revista Atrevida para adolescentes do público feminino, tive uma coluna por seis anos, onde falava sobre variados temas de comportamento. Com isso, foi só juntar os textos, acrescentar alguns, compilá-los e lançar o livro. A inspiração veio da minha própria vivência.
Viviane Lima: Qual foi a maior lição que você tirou do seu relacionamento anterior?
Ricardo di Roberto: Que nem sempre o que parece ser sensacional à primeira vista necessariamente é algo saudável para o seu dia-a-dia.
Viviane Lima: Você faria um livro falando sobre como lidar com as mulheres?
Ricardo di Roberto: Não tinha pensado nisso. De repente seria uma idéia boa.
Viviane Lima: Você se considera um homem ciumento?
Ricardo di Roberto: Sim. Mas com o tempo aprendi a controlar meus ciúmes. Foi uma espécie de auto-terapia. Quando era mais novo, os ciúmes me atrapalhavam em um grau muito alto. Cheguei a estragar bons relacionamentos com isso. Hoje em dia prefiro conversar e resolver com calma, com carinho.
Viviane Lima: Já ouvi por aí você dizer que as mulheres devem sim ter iniciativa. Mas e quando a iniciativa vem de uma fã, como você lida com isso?
Ricardo di Roberto: Uma fã é uma pessoa normal ao meu ver. De carne e osso, com sentimentos e tudo mais. Talvez o que possa atrapalhar em uma fã, seja um pouco o fato de ela ver o ídolo dela como algo de outro mundo, o que também não é. Essa suposta “mágica” fica apenas no palco, nas telas ou revistas. No dia-a-dia é tudo igual. Mas se a iniciativa da fã for coerente, sem deslumbre, isso acaba sendo algo dentro de uma normalidade.
Viviane Lima: Como você considera seu relacionamento com a mulherada antes e depois da fama? O que mudou?
Ricardo di Roberto: Ficou mais difícil manter um relacionamento mais longo. Não só pelo assédio, como todos pensam, mas pela inconstância de horários, viagens, distâncias percorridas e tempo fora que passamos. Mas tive meus namoros.
Viviane Lima: Três coisas que a mulherada não deve fazer quando está com você?
Ricardo di Roberto: Pensar somente nas coisas dela; dar prioridade para as baladas ou para as amigas; dar espaço para qualquer outro homem na minha frente ou nas costas.
Viviane Lima: Você está com 39 anos, com carinha de 26. Idade pra você é um problema? Como você lida com seu amadurecimento?
Ricardo di Roberto: Não é um problema, de jeito algum. Só pra quem tem preconceito com isso. Na minha opinião, problema é a cabeça de cada um, se pensar para trás, sem vontade de viver, de aproveitar, de saber curtir. O amadurecimento só me trouxe e me traz coisas boas, ainda mais porque me cuido, cuido da minha mente e do meu corpo. Minha vida fica melhor a cada ano que passa. Espero mantê-la assim, até o final.
Viviane Lima: E com a idade da mulherada você se importa?
Ricardo di Roberto: Também não. Todas as idades têm seu charme, seu valor.
Viviane Lima: Como está seu coração atualmente?
Ricardo di Roberto: Com muito amor, como sempre.
Viviane Lima: O seu relacionamento com a música é muito intenso, você pretende se aposentar?
Ricardo di Roberto: Acho difícil querer me aposentar. A não ser que encontre alguma outra paixão, tão intensa e bacana. Mas parar de tocar, nem que seja um violãozinho, uma bateria, um piano, acho quase impossível, nem que seja para brincar em casa.
Viviane Lima: Se você não fosse músico, o que você acha que seria?
Ricardo di Roberto: Não tenho certeza. Mas provavelmente seria algo que tivesse contato com pessoas, que envolvesse comunicação, criatividade, entusiasmo. Gosto muito de esportes, de viagens e das relações humanas. Talvez algo relacionado com estas coisas.
Viviane Lima: Três coisas que são muito importantes pra você?
Ricardo di Roberto: Amor, família e saúde.

Eu li um texto muito lindo chamado Recordação, que me fez refletir sobre várias coisas. Primeiro, vamos ao trecho que me trouxe a esse post.
“A pessoa, olha só, a pessoa trabalha todo dia numa firma, vamos dizer, todo dia ela vai lá e nunca tira uma foto da portaria, do bebedor, do banheiro, desses lugares que ela fica o tempo inteiro. Aí, num fim de semana ela vai pra uma praiaqualquer, leva a câmera, o celular e tchuf, tchuf, tchuf. Não faz sentido, pra que que a pessoa quer gravar as coisas que não são da vida dela e as coisas que são, não? Tá acompanhando?”
Uma coisa pode não ter absolutamente nada com a outra pra você, mas o meu cérebro que tem o hábito de fazer ligações absurdas, relacionou isso com os presentes que são dados hoje em dia, no dia dos namorados.
Sabe, eu sempre achei que se ganhasse algo que eu precisasse ou gostasse muito isso já me bastaria. E a mesma regra se aplicava ao contrário na hora de presentear.
Mas sabe, hoje, eu prefiro algo que me traga alguma sensação, alguma lembrança, do que necessariamente tenha um alto poder aquisitivo. Um exemplo (o único que conseguir pensar, não me julgue), uma noite na praia, com vinho sob um céu estrelado. Não é algo que tenha necessariamente um valor alto, não é algo que se possa vestir, ou usar, mas é algo que quando você olhar pra trás vai lembrar: “poxa, aquele dia na praia foi incrível”.
Um outro exemplo, eu tenho guardado uma rolha de vinho que abri com uma pessoa em dezembro do ano passado quando tentávamos nos reconciliar. Sabe, você guardar pequenas coisas, que te remetem a um momento e te trazem algum tipo de sentimento bom é mais importante do que qualquer outra coisa e significa muito mais.
Não estou dizendo que você não deve dar aquela bolsa que ela gosta, ou aquele perfume que ele tanto quer. Mas com o tempo essas coisas se desgastam, acabam e do que você vai lembrar sobre essa data?
Mesma regra sobre tirar fotos de coisas que você não faz sempre, que o Antonio Prata ressalta no texto, entende? Não? Azar o seu.
Leia também Vivi e sua nada mole vida.

Você se lembra de quando era criança? Lembra de ter tido algum apelido? Lembra se zombavam de você? Ou se fazia parte do grupo de crianças que zombavam e excluíam as outras por serem diferentes ou gordinhas?
Depois de grande estudando a noite tive o azar de cair na sala de um aluno cuja diversão era me irritar, me insultava de todas as formas possíveis, eu não sabia como lidar com aquilo, nunca fui o tipo de pessoa reativa e mesmo achando que um dia eu acharia graça daquilo, a verdade é que ainda não acho graça. Até porque o garoto que me infernizava no segundo ano do colegial faleceu em um terrível acidente de moto. Os mais ignorantes vão ler isso e dizer: “bem feito pra ele”, eu só lamento.
Eu cresci, fui pra faculdade e durante os quatro anos fui diminuída constantemente por um colega em particular, o tipo que me chamava de burra, incapaz e eu não conseguia me defender. Na minha classe também tinha uma menina que aparentava ter sérios problemas familiares e mentais, algum tipo de toc. E eu me peguei por diversas vezes fazendo com ela o que esse colega fazia comigo. Não me orgulho disso.
Às vezes o problema vem de onde mais deveríamos nos sentir seguros, quando seus pais ou familiares te ofendem ou dizem que você não é boa o bastante, ou seu namorado que te chama de gorda e faz você se sentir feia. Acredite nada disso é normal, passar por isso não é normal e aceitar isso também não.
Uma amiga me mandou um vídeo bem emocionante sobre bullying.
Esse vídeo me lembrou da audição do The X Factor de 2012, quando a Jillian Jensen cantando “Who You Are”, eu chorei assistindo.
E aqui o poema “To This Day”
“Minhas experiências com violência em escolas ainda ecoam através da minha vida, mas permanecer de pé para encarar o problema tem me ajudado de maneira imensurável.
Escolas e famílias precisam desesperadamente de ferramentas certas para confrontar este problema. Esta obra é o ponto inicial.”
- Shane


A linha Pure Make-Up da Maybelline está fazendo o maior sucesso. Promessa para acabar de vez com aquele brilho que as peles oleosas possuem, ela ainda tem uma fórmula leve, com ácido salicílico, que ajuda a combater as imperfeições.
De tanto ler blogueiras postando e recomendando eu resolvi experimentar. A minha pele é BEMMM oleosa o que acaba deixando meu cabelo oleoso também . É uma droga querer tirar uma foto e ficar com cara de cebosa, com o rosto brilhando. Li comentários contra e a favor, mas nada como a própria experiência.
A base em si é muito boa e tem um preço bem acessível, eu paguei na base R$ 25,00 na Renner e o pó como não tinha minha cor eu comprei em uma farmácia pelo mesmo preço. Eu comprei na Renner porque lá tem provador e você conhece ver qual cor se aproxima mais do tom da sua pele, já que só tem quatro cores e não dá pra errar!
Eu achei bem leve, ela cobre bem as espinhas, eu tenho muita olheira não achei que ela cobre 100%, mas resolve. Como ela é bem leve te dá aquele ar de saúde, e eu acho o pó indispensável, porque mesmo a base tendo toda aquela fórmula contra espinha, o pó tira todo brilho e depois é só ir retocando ao longo do dia. No meu rosto durou cinco horas, para o meu dia-a-dia ela se tornou essencial, eu comecei aplicando com pincel, mas no meu caso eu achei que ela cobre melhor com uma esponja, agora só aplico o pó com pincel mesmo para espalhar bem.
Não vou tirar foto de antes de depois porque eu não estou muito fotogênica por esses dias, mas vale a pena testar e tirar suas próprias conclusões.
Alguma de vocês já testou? O que acharam?

Estava eu toda linda passeando por esse mundo virtual, quando dei de cara com um vídeo da Rebecca Black. Quem nunca ouviu Friday que atire o primeiro mouse! Confesso que quando vi que era dela eu fiquei com certo preconceito porque no primeiro vídeo a voz dela era irritante e anasalada. Mas dessa vez tive uma grata surpresa, ela gravou um cover de “Stay” de Rihanna.
O cover foi gravado com Dave Days que tocou violão e cantou em algumas partes com ela. Rebecca mostrou que desentupiu o nariz e amadureceu a voz. E que tem sim potencial para um sucesso futuro. Olhem só!

Não sei vocês, mas eu ouvi “descobri” Little Mix na semana passada (NÃO ME JULGUEM), eu só acompanhei o The X Factor desse ano e caçando a minha música preferida do Fifth Harmony, acabei por tabela encontrando alguns vídeos desse grupo. Pra quem não sabe o Little Mix é um grupo britânico formado no The X Factor em 2011 e elas até venceram o programa.
Suas integrantes são Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards. Jade, Jesy, Leigh-Anne e Perrie não conseguiram passar da primeira fase do bootcamp, então os juízes decidiram dar uma chance a elas na categoria de Grupo. Perrie e Jesy foram colocadas em um grupo chamado Faux Pas, e Jade e Leigh-Anne em um grupo chamado Orion no X-factor. Os grupos não passaram pelo bootcamp e depois as meninas foram reagrupadas para formar a Rhythmix. Ao passar pela etapa da casa dos Juízes cantando “Big Girls Don’t Cry”, o grupo foi orientado pela Tulisa Contostavlos, que foi sua mentora. Por conta de uma disputa com a instituição de caridade de crianças em Brighton, o grupo resolveu mudar de nome e em 28 de Outubro 2011, anunciaram que se chamariam Little Mix.

Quem quiser conhecer um pouco mais, faz uma semana que elas lançaram um clipe com a Missy Elliott:
E quem quiser ver e escutar mais, é só entrar no canal delas no youtube

Bem mulherada, na semana passada aconteceu a 20ª Erótika Fair, a maior feira erótica da América Latina, eram vários produtos expostos, vibradores de todas as texturas, tamanhos e versões imagináveis, géis que prometem aumentar o tamanho do pênis, óleos para estimular o clitóris, bonecas infláveis ultrarrealistas, tudo para garantir conforto na hora da intimidade.
Pra ser BEEEEEMMMM sincera tirando os consolos de 45 cm (que parecia mais o pinto de um jumento), a feira não me impressionou não e todas as pessoas que foram o ano passado falaram que estava infinitamente melhor.
Mas um stand me chamou bastante atenção, primeiro porque estava bem na entrada, segundo pela delicadeza dos produtos e do design, o stand da Milli. Só porque é erótico não precisa ser pornô OKAY?



Alguma de vocês esteve por lá? Conta pra gente o que achou!

Faz dois anos que surgiu o primeiro pensamento sobre morar sozinha, na época minha motivação eram as brigas frequentes com a minha mãe, coisa adolescente. O tempo passou, terminei a faculdade, terminei um relacionamento, fui efetivada no trabalho e aquela sensação de que ainda faltava dar mais algum passo continuava a me incomodar.
Tenho 22 anos, meu pai saiu de casa com 15 e minha mãe com 19 anos e com muito menos condições do que tenho hoje, mas chega uma hora na vida que é curso natural a seguir, crescer, aprender a se virar e amadurecer com a experiência. Comecei então a pesquisar em um grupo no Facebook chamado “Repúblicas de São Paulo” e no “Easyquarto“, preços e lugares. Na hora de pesquisar é preciso ter claro na mente em que região você quer morar e depois procurar pessoas idôneas para dividir a casa ou apartamento.
Se você puder fazer isso com uma amiga(o), fica mais fácil. Mas antes de fazer as malas e sair da aba dos pais lembre-se que será você por si, você vai ter que se preocupar em comprar as coisas mais banais como: papel higiênico, shampoo, produtos de limpeza, arroz, etc. Você está pronta(o) para arcar com esses gastos e sacrificar muitas vezes seu lazer para poder pagar as contas? Pra ficar doente e não ter a mamãe pra cuidar de você? Se a resposta foi não, então sinto informar que não preparada(o) para morar sozinha(o).
Na hora de tomar essa decisão, certifique-se que está tomando pelos motivos certos. Me mudo em breve aí eu conto um pouco mais pra você sobre como estará sendo esse grande passo.
A música é só porque ela não sai da minha cabeça, hahaha clichê me julguem!

A páscoa sem dúvida é uma data que todo mundo adora, o significado dela todo mundo está azul de saber, mas de onde veio esse costume dos ovos de páscoa? Eu curiosa que só, resolvi ir atrás da história desses danados. Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados. Já imaginou a terra caindo de um ovo? Não seria mais fácil a terra ser um ovo e ter caído de uma galinha gigante???
Galinhas e ovos gigantes a parte, nas culturas pagãs, o ovo trazia a ideia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. Que fofo não???
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos. Atenção: eram ovos cozidos pintados e não de chocolate!!!! Imagine o colesterol do povo naquela época gente!!
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, foi justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma. Em 1830 com o surgimento da indústria do chocolate na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar. PARAAA NOOOSSAAAA ALEGRIAAAAAA!

Bem, histórias a parte eu amo páscoa e amo chocolate. E quem não ama né?

Estava por aí navegando perdidamente pela net, quando dei de cara com esse vídeo super mega fofo. Esse vídeo foi feito para mostrar o que o consumo excessivo de refrigerante pode fazer com você!